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Neste
número:
Editorial
Liberdade
no contexto contemporâneo
Por
uma nova Geografia
Carta
aos senhores proprietários das redes emissoras de televisão
Os
jardins do CEFET-GO
Além
do tempo, o automóvel
Editorial
A
construção de uma sociedade igualitária e justa é
uma obra coletiva. Todavia, não podemos negligenciar a importância
das escolhas que cada um de nós realiza em face da realidade; se
não for assim, continuaremos a ver a vida passar, inertes e desmotivados,
e o pior, continuaremos a ser massa de manobra de grupos e pessoas que
nos veêm apenas como coisas, tendo em vista a realização
dos seus projetos.
O Boletim Humanidades em Foco nasce com este compromisso. Em cada número
queremos contribuir para a construção da liberdade de pensamento
e expressão, livre das amarras ideológicas que nos alienam,
e que nos escraviza a um tipo de pensamento “único”.
Neste número estaremos dando um destaque especial à liberdade,
“essa palavra que o sonho humano alimenta; que não há
ninguém que explique, e ninguém que não a entenda
(...)”(Cecília Meireles, Romanceiro da Inconfidência).
Liberdade
no contexto contemporâneo
Douglas
Antônio R. Prado
Liberdade... o que é liberdade? Alguns dizem que
é poder fazer o que se quer, ou o direito de se fazer escolhas,
outros falam que liberdade é assumir as conseqüências
de seus atos.
Para falarmos de liberdade no contexto contemporâneo, vamos fazer
uma análise histórica da formação cultural
ocidental, partindo do período pré-moderno.
O indivíduo pré-moderno tinha como princípios norteadores
de sua vida, dogmas ditados pela Igreja e pelas tradições.
O filho do marceneiro crescia vendo o pai trabalhar e, a partir daí,
ele aprendia sua futura profissão, perpetuando o ofício
passado de pai para filho. A pessoa bem vista na sociedade era aquela
que seguia os ensinamentos e andava no mesmo caminho ensinado por seus
pais, o de ir à missa, se confessar e conservar inquestionavelmente
os santos sacramentos.
No iluminismo, aflorou o questionamento das verdades religiosas. O objetivo
era livrar os homens do medo e fazer deles senhores de seus atos, livrando-os
do mundo do feitiço e do misticismo, através da dissolução
dos mitos por meio do saber. Paralelamente a isso houveram mudanças
nos aspectos sociais, como o aumento do número de pessoas nas cidades,
devido a novas ofertas de trabalho geradas pela Revolução
Industrial. O ritmo acelerado do mundo das fábricas contrastava
com as cidadezinas pacatas e tranqüilas de antes, causando impactos
psicológicos nos cidadãos modernos, delineando assim uma
nova cultura, a urbana, onde predominava uma reformulação
do passado (religião, tradições) em prol do desenvolvimento
e do progresso material, no qual o homem era seu principal agente.
No início do século XX, houve o surgimento e desenvolvimento
de novas tecnologias, e, dentre elas, as dos meios de comunicação
de massa. O indivíduo se vê nesse momento como um experimentador
do mal-estar no coração da cultura contemporânea,
isto é, como vítima da incerteza e da dúvida gerada
pela quebra dos mitos e dos dogmas. Sem as verdades inquestionáveis,
o indivíduo moderno se vê nu e sozinho em um mundo de inseguranças.
Esse fenômeno ocorre à medida em que aumenta a possibilidade
de se fazer escolhas. Quem nunca sentiu angústia ao se encontrar
em situações como do tipo “será que eu levo
este sapato azul ou este marrom?”, “será que faço
o curso de medicina ou de engenharia?” etc. O Filme Matrix retrata
bem essa realidade de estarmos constantemente fazendo escolhas. Neo, protagonista
do filme, fez a escolha de tomar a pílula azul, cujo resultado
foi se ver livre das amarras que o prendiam, em um mundo artificial e
irreal que o fazia escravo das máquinas. Em várias partes
do filme, Neo teve que fazer escolhas quanto ao caminho a seguir. Na nossa
sociedade, chamada por muitos estudiosos de sociedade pós-moderna,
percebemos o predomínio da cultura de consumo. Segundo Mike Featherstone,
vivemos em uma sociedade cujas necessidades se baseiam no “ter”,
em que os meios de comunicação de massa possuem um papel
primordial de, através da ampliação e da criação
dessas necessidades, incentivar o consumo, favorecendo a lógica
de produção capitalista, em que novos mercados são
gerados e mantidos. Freqüentemente nos vemos comprando algo que não
sabemos porque estamos comprando. Os modismos nos impulsionam a consumir
para estarmos dentro dos padrões estéticos e comportamentais
impostos pela mídia, e isso faz com que subjuguemos nossa própria
identidade em prol desses modismos, ofuscando nossa individualidade. Como
diz Adorno e Horkheimer, o indivíduo se vê completamente
anulado em face dos poderes econômicos.
Onde está nossa liberdade neste contexto? Qual a diferença
entre escolher o sapato azul ou o marrom, entre fazer faculdade de medicina
ou de engenharia e entre estar dentro ou fora da moda e dos padrões
estéticos? A diferença é que não existe diferença.
Se não tivermos a consciência de que somos algo a mais do
que simples consumidores e que nossa vida é mais do que acumular
e ostentar riquezas, seremos apenas escravos presos dentro da grande Matrix
contemporânea: o sistema de acumulação capitalista,
com sua poderosa cultura de consumo.
Por
uma nova Geografia
Júlio
Caixeta
Diante das discussões sobre o ensino de geografia, seu objeto de
estudo e o papel que ela representa na atualidade, torna-se fundamental
rever os paradigmas do ensino de geografia e sua importância na
sociedade.
A geografia conheceu, em um passado recente, um movimento de negação
ao tradicional e introduziu uma nova proposta ao ensino de geografia.
Apresentou uma geografia crítica, atuante, e, acima de tudo, questionadora.
Ensinar geografia passou a ser problematizar o tema abordado, questionando,
criando situações que despertassem o interesse e a opinião
do aluno, levando-o a mergulhar no objeto de estudo, proporcionando um
conhecimento consistente, não volátil.
Então para que serve a geografia? Qual a sua função?
Para Yves Lacoste, a geografia serve, em primeiro lugar, para fazer guerra.
Sim, a guerra, pois é através de estudos geográficos
(censo e pesquisas específicas) que se define toda uma estratégia
de ação para a atuação governamental visando
programas de melhoramentos públicos e/ou sociais que estrategicamente
atenderão as principais regiões de interesse eleitoral visando
à manutenção do modelo político. Assim, a
guerra a que nos referimos não é necessariamente a guerra
político/militar, mas todo e qualquer esforço para romper
com as amarras sociais criadas e mantidas ao longo de anos, com o objetivo
de impedir avanços coletivos que pudessem transformar a sociedade
brasileira, arcaica e conservadora, em outra sociedade, moderna e progressista.
Portanto, a geografia pode discutir essas mudanças sociais e preparar
o caminho para novos enfrentamentos, pois, como disse Yves Lacoste: “precisamos
conhecer o território para nele guerrear”.
Carta
aos senhores proprietários das redes emissoras de televisão
Estevão
Cavalcanti
Venho
através desta demonstrar toda a minha insatisfação
com relação à política que está sendo
empregada nas emissoras de televisão. Espero poder passar com clareza
o meu ponto de vista.
Muito se tem falado sobre o papel da mídia em relação
à sociedade. Há argumentos favoráveis e contrários
à televisão, mas o que quero discutir aqui não é
se a televisão deve ou não ser banida de nossas casas, mas
como ela deve ser apresentada, já que faz parte da intimidade de
várias famílias neste país.
Os senhores dizem que o compromisso de um dono de emissora é com
o entretenimento e que educação é responsabilidade
do Governo. Respeito este ponto de vista, mas faço a seguinte pergunta:
se a televisão é uma concessão do governo, por que
não utilizá-la para um fim mais apropriado, passando um
pouco de cultura para a população?
Sabe-se que a televisão é um meio que influencia a opinião
de grande parte da população, e que muitos aceitam seu conteúdo
sem questionar, na mais completa alienação. A televisão
tem a capacidade de modificar a cabeça das pessoas e, no entanto,
o que estamos presenciando hoje é uma grande “idiotização
das massas”. Se o país não está bem, deveriam
ser mostradas aos telespectadores formas de mudar esta situação.
Mas, ao contrário disto, a televisão tem transformado os
cidadãos em meros “pagadores de impostos”, pacatos
e acomodados.
Ao que parece, não é permitido mais questionar o atual estado
das coisas, pois isso é falar mal do governo, e o governo pode
fazer algo em represália. Mas, veja bem, se o governo está
dando apenas uma ilusão de liberdade de imprensa e de expressão,
o povo tem que saber disso. E se o povo souber o que é certo ou
errado numa democracia, ele saberá se opor a qualquer tipo de controle
autoritário. Mas nesse momento nos deparamos com um problema: o
povo está mais acostumado com a trama da novela mexicana do que
com a consciência política, e prefere ouvir uma música
sem letra de um grupo que está toda semana no programa de auditório
do que ouvir um discurso político que poderia fazer uma diferença
muito maior em suas vidas. E a responsabilidade disto recai também
sobre os ombros dos senhores, já que a programação
das emissoras de televisão tem contribuído para que as pessoas
pensem e ajam desta forma.
Não estou dizendo para tirar o entretenimento das emissoras, e
sim que seja um entretenimento de qualidade e com algum conteúdo.
E gostaria que fosse reservado algum espaço para discussões
de política e cidadania diferente dos telejornais, que ainda parecem
subordinados à censura da ditadura militar, tentando maquiar a
verdade para que ela pareça menos dura, de forma a não provocar
reações da população.
Certamente a televisão não é um instrumento de agitações
políticas, mas não estou observando apenas esse lado. Há
também a questão da violência, que poderia ser melhor
discutida. Não acredito que a televisão influencie as pessoas
a serem violentas, mas acredito que ela poderia colocar em discussão
possíveis soluções para este e outros problemas.
Agora que já mostrei aos senhores o meu ponto de vista, espero
que reflitam sobre os rumos que suas emissoras estão tomando. Não
quero impor nenhuma idéia ou filosofia, quero apenas sugerir uma
melhora neste poderoso meio de comunicação que é
a televisão. Grato pela atenção e contando com a
colaboração dos senhores, coloco-me à disposição
para qualquer esclarecimento.
Os
jardins do CEFET-GO
Raquel
Ribeiro
Belos jardins foram símbolos de sustentação de um
grande poder no Império Babilônico. Que mágica idéia
de Nabucodonosor de erguer junto à sua realeza, tamanha beleza
e registrá-la na história como um componente de um período
de esplendor. Talvez a beleza desses jardins tenham lhe dado ânimo
e coragem para promover suas conquistas para depois envaidecer-se perante
sua amada. Este é somente um exemplo de tamanha importância
que pode estar contido em um jardim, e do poder de seu fascínio.
E no jardins do CEFET-GO que magia pode estar presente? Jardins das conversas
desinteressadas, das sérias e das informais, da amizade, do namoro,
da música, dos beijos apaixonados e apaixonantes. Quem não
gostaria de estar aí presente, realizando essa troca inocente de
juventude, época em que um leve toque de violão representa
sonhos, ideais, expectativas, tanta vida que, depois contida em tão
ínfimos detalhes, faz com que todo este verde seja esquecido, ou
nem percebido. Quem não gostaria de estar nestes jardins que parecem
ser resguardados do mundo de suas imediações; da competição,
do individualismo, dos interesses egoístas?
Últimos raios de sol do dia, resto de luz brilhante refletindo
no verde juntamente a gestos que traduzem amor, carinho, amizade, em abraços,
apertos de mão, sorrisos. Final de tarde em um cenário que
nos remete a um encanto especial, pois ainda traz a visão de beleza
que às vezes fica perdida em tantas cenas frias, tristes e cruéis
que o próprio ser humano impõe à sua espécie.
Onde há beleza, também há necessidade de admirá-la.
Um lugar que proporciona sociabilidade, também desperta o desejo
de ser freqüentado, e não há como responsabilizar tal
freqüência por aquilo que não vai bem, por valores que
estão ficando perdidos em meio às ações das
pessoas, que a cada dia se moldam mais na falta de direcionamento. Não
há como recriminar a atração que estes jardins exercem
sobre os jovens, levando-os a seus bancos para mais um momento de convivência
e de interação, afinal são nesses momentos de troca
que as idéias vão se construindo, que vão surgindo
junto às conversas “jogadas fora” questionamentos importantes
sobre nossa realidade.
Transferir problemas amplos (de um contexto geral de crise) ao costume
dos estudantes estarem frequentando o jardim é ficar empurrando
esses problemas para que, como num milagre, desapareçam, ou então
deixá-los na responsabilidade do tempo de tudo resolver. É
também exigir dos alunos uma postura adulta sem lhes ofertar direções,
num momento em que as próprias pessoas que se julgam experientes
não têm certeza ou consciência das direções
que estão seguindo. É justamente disto que esses jovens
são mais carentes – e é claro que têm que estar
abertos a tais descobertas -, de orientações sérias
para que possam fazer escolhas sensatas neste mundo que lhes traz tantas
ofertas que vêm e vão em tamanha rapidez, mas que lhes tira
a oportunidade de se reconhecerem enquanto agentes sociais conscientes,
enfim cidadãos, sem que para isso, deixem de prestar atenção
no verde, em si e no outro.
Além
do tempo, o automóvel
Boanerges
Cândido da Silva
“Em 1865, quando o presidente dos Estados Unidos da América,
Abraham Lincoln, foi assassinado, a notícia levou treze dias para
chegar à Europa.” 1 Nos nossos dias em apenas alguns segundos
um fato novo pode circular pelo mundo afora. A informação
passou a ser instantânea, imediata, a velocidade ganha importância,
na medida em que pode trazer ganhos ou perdas.
Quantas vezes já ouvimos alguém dizer: este ano passou tão
rápido, ou o mês já está acabando, expressando
a idéia de que o tempo estaria transcorrendo em maior velocidade.
Porém todos nós sabemos que os minutos se compõem
de 60 segundos , as horas de 60 minutos e os dias de 24 horas, os meses
de 30 dias e o ano de doze meses, desde que a terra faz ao redor do sol
o movimento de translação e em torno do seu eixo o movimento
de rotação. Nada mudou, apenas a quantidade de fatos e a
velocidade dos mesmos é que nos dão esta impressão
de aceleração do tempo. Uma característica destes
tempos modernos, tempos difíceis.
Para as atividades humanas nos dias atuais “o agora é o ápice
do tempo”, como se expressou o escritor e poeta argentino Jorge
Luiz Borges. “Setenta anos é o tempo da nossa vida, oitenta
anos, se ela for vigorosa. E a maior parte deles é fadiga inútil,
pois passam depressa e nós voamos”. Salmos 90:10. Como podemos
ver nas duas citações, a preocupação com o
tempo não está geograficamente localizada em um país,
ou situada apenas num determinado momento da existência humana,
mas em todas as épocas ela existe e existiu.
O automóvel foi uma das invenções que mais contribuíram
para que os seres humanos se deslocassem com maior agilidade, chegassem
ao seu destino com um tempo menor de viagem. Virou sonho de consumo, ganhou
status e se transformou em símbolo de poder. Atualmente em algumas
grandes cidades existe um automóvel para cada dois habitantes,
e os problemas ocasionados por estes veículos são inúmeros.
A grande pergunta que devemos fazer é: até quando vamos
tolerar a perda progressiva de mobilidade pela multiplicação
indiscriminada de automóveis? Esta situação gera
prejuízos para a economia, provocados pelos atrasados para encontros
de negócios ou no transporte de mercadorias e valores e nos custos
desses transportes, que pelas demoras sucessivas encarece. Prejuízos
causados à saúde, devido à poluição
do ar e aos resíduos provenientes dos pneus, plásticos e
outros componentes usados na sua fabricação, a questão
do efeito estufa, gerado pelos “gases acumulados na atmosfera (principalmente
CO2), permitem a passagem da luz solar, mas bloqueiam a irradiação
do calor da Terra impedindo-a de voltar ao espaço. Este fenômeno,
pode provocar a elevação da temperatura média da
Terra”2, e sabemos que os automóveis são grandes emissores
desses gases. Há também a impossibilidade de encaminhar
com rapidez pessoas necessitadas de atendimento médico, problemas
relacionados ao stress de ficar retido por longos períodos nos
grandes congestionamentos de tráfego. Problemas de segurança,
motoristas e passageiros imobilizados nos engarrafamentos de trânsito
são alvos fáceis de criminosos.
A opção pelo automóvel também está
carregada de individualismo, já que as estatísticas mostram
que a maior parte dos veículos em circulação nas
cidades está sempre ocupada apenas pelo motorista. Poderíamos
utilizar menos os veículos automotores individuais e optar por
outras formas de transporte, como: bicicletas, ônibus, metrô
etc.. Também existe a caminhada como alternativa, sem contar os
benefícios que traz para a saúde. Ao agirmos de um modo
diferente diminuiríamos o fluxo de automóveis e os prejuízos
e transtornos provocados ao meio ambiente, a nossa saúde e ao nosso
bem-estar.
Estas questões carecem de um novo tratamento por nossa parte, pois
a continuarmos no mesmo modelo de comportamento, estaremos deixando de
perceber a realidade que nos cerca de um ângulo mais abrangente,
holístico. Temos que privilegiar a qualidade de vida no planeta,
não podemos esquecer que uma das boas definições
de meio ambiente “é um conjunto de fatores naturais, sociais
e culturais que envolvem um indivíduo e com os quais ele interage,
influenciando e sendo influenciado por eles”. 3
Ou seja, nós fazemos parte do meio ambiente, estamos nele inseridos.
O fato é que reduzir o meio ambiente à fauna e flora é,
definitivamente, um erro de grandes proporções. Temos que
fugir desse erro e incorporarmos à nossa vida os valores expressos
no primeiro dos 27 itens acordados na Rio-92: “O homem é
o centro e a razão do desenvolvimento sustentável e deve
viver em harmonia com a natureza”. A Carta da Terra também
nos ensina que “A humanidade é parte de um vasto universo
em evolução…” e que devemos “Reconhecer
que todos os seres são interligados e cada forma de vida tem valor,
independentemente do uso humano.” E “Reconhecer que a liberdade
de ação de cada geração é condicionada
pelas necessidades das gerações futuras”.
Notas:
1.VESENTINI, José William. Sociedade e Espaço – Geografia
Geral e do Brasil. São Paulo, Ática, 2000.
2.LIMA-E-SILVA, P.P. de et al. (org). Dicionário brasileiro de
ciências ambientais. Rio de Janeiro: Thex, 1999.
3.COELHO, Marcos Amorim. Geografia do Brasil. São Paulo, Moderna,
2002.
Expediente
Coordenação de Ciências Humanas
e suas Tecnologias/ CEFET-GO
cch@cefetgo.br
www.cefetgo.br/cienciashumanas
Coordenador - Walmir Barbosa
Ponto de Vista n°5- dezembro de 2003
Criação, Diagramação, Edição
- Douglas A. R. Prado..................... Revisão - Ailton
Vasconcellos
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